Sobre o Pequeno Cotolengo Joinvilense

O Pequeno Cotolengo Joinvilense é uma Organização sem fins lucrativos, com atuação nas áreas da saúde e educação. Nossa missão é cuidar e transformar vidas por meio de um modelo de atendimento humanizado, integral e interdisciplinar, sempre inspirado no carisma de São Luis Orione.

Nossa essência

Somos guiados por valores como caridade, acolhimento, responsabilidade social, espiritualidade e compromisso ético. Acreditamos que cada vida tem valor infinito e que a dignidade da pessoa humana é o centro de todo o nosso trabalho.

Nossa atuação

Inaugurada em 2025, como a primeira filial do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo (de Curitiba/PR), a unidade de Joinville nasce com a proposta de ampliar o impacto social e o cuidado especializado para pessoas com múltiplas deficiências, transtorno do espectro autista (TEA), deficiência intelectual, e em reabilitação física e neurológica, além de outras condições que demandam acompanhamento interdisciplinar.

A Organização é parte de uma rede internacional presente em 34 países, vinculada à Congregação da Pequena Obra da Divina Providência – São Luis Orione.

Compromisso com a excelência

·      Atendimento 100% gratuito
·      Equipe multiprofissional especializada
·      Estrutura moderna e inclusiva
·      Apoio psicossocial e vínculo com as famílias
·      Fortes parcerias com a comunidade e empresas locais

Nossa identidade visual

Kiko e Nina

Os personagens que acompanham nossa marca, chamados carinhosamente de Kiko e Nina, representam o público atendido pela Organização: meninos, meninas, homens e mulheres, de todas as idades, etnias, credos ou condições. Eles simbolizam a diversidade e a inclusão que fazem parte do nosso compromisso contínuo com o cuidado. Assim como os nossos pacientes, Kiko e Nina refletem a força, a alegria e o potencial de cada pessoa atendida pelo Pequeno Cotolengo Joinvilense.

A Flor

Nossa flor é uma margarida com uma pétala a menos, que mesmo assim continua cheia de cor, beleza e perfume.
Essa imagem traduz, com delicadeza, o olhar que temos sobre a deficiência: a ausência de uma parte não diminui o valor do todo. Assim como as flores, cada pessoa com deficiência precisa de cuidado, acolhimento e respeito para crescer, florescer e encantar o mundo com sua própria essência.